Diego Santos

Vocês anseiam pelo dia em que homens serão homens e escreverão seus próprios devices drivers?

Trabalhando com Mysql em Python julho 27, 2008

Filed under: Python — diegosantos @ 11:37 pm
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Após alguns artigos falando sobre o básico da linguagem python, irei agora mostrar algo um pouco mais complexo e que será útil todas as vezes que precisarmos guardar os dados processados em nosso aplicativo em um banco de dados, nesse caso o Mysql.

Iremos precisar instalar um módulo “mysql-python, tente :

# yum -y install MySQL-python

Caso algo errado aconteça, tente utilizar o packageKit, se seu fedora for o Sulphur, digitando mysql-python.

Para Debian e derivados :

# apt-get install python-mysqldb

A interface python para mysql conhecida como MySQLdb é um módulo muito conhecido para a interação com banco de dados mysql em python. Após sua instalação vamos conhecer algumas funcões básicas para seu uso.

+ Conectar ao Servidor

pyCon = MySQLdb.connect(‘servidor’,’usuario’,’senha’)

+ Selecionando o Banco de Dados

pyCon.select_db(‘Banco de Dados’)

Para trabalharmos com o mysql em python precisamos criar um handle, uma espécie de cursor :

+ Criar ponteiro, cursor

pyCursor = pyCon.cursor()

+ Executar query SQL

pyCursor.execute(‘sql’);

Depois de termos executado uma query, podemos pegar seu valor de trê maneiras mais comuns e práticas :

+ Retorna uma linha apenas

pyResultOne = pyCursor.fetchone()

+ Retorna todas as linhas

pyResultAll = pyCursor.fetchall()

Podemos ainda retornar todas as linhas como um dicionario, tendo os nomes dos campos como indice :

pyResultDic = pyCursor.dicfetcall()

Agora uma classe em python para tratar o mysql :

arquivo : connect.py

#! /usr/bin/python

class connect:

def __init__(self, pyServer, pyUser, pyPass):

self.pyServer = pyServer

self.pyUser    = pyUser

self.pyPass    = pyPass

self.pyCon     =  MySQLdb(pyServer, pyUser, pyPass)

selft.Cursor    = selft.pyCon.cursor()

def execSql(self, sql):

self.pySql = self.pyCursor.execute(sql)

return self.pySql

def returnOne(self):

self.pyResultOne  = self.pyCursor.fetchone()

return self.pyResultOne

def returnAll(self):

self.pyReturnAll = self.pyCursor.fetchall()

return self.pyReturnAll

 

Python – Aula II junho 21, 2008

Filed under: Python — diegosantos @ 9:19 am
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Olá povo, depois de um tempo sumido estou eu aqui novamente. Andei um pouco corrido nesses últimos dias de modo que acabei não postando nada.

Sem enrolações vamos nós!

Algumas considerações sobre python :

+ Python é uma linguagem interpretada, não precisamos compilá-la.

+ Tipagem dinâmica, não precisamos declarar variável.

+ Não existe fechamento de blocos ( endif, {}), ao contrário da maioria das linguagens atuais, no python usamos a identação para delimitar os blocos de códigos.

Como em outros linguagens, o Python possui os tipos de dados básicos como float number, boolean, integer, mas possui também algumas mais como listas, string, tuplas, dicionário, arquivo, classes e instâncias.

Listas:
como um vetor em outras linguagens, a lista é um conjunto (ou seqüência) de valores acessados (indexados) por um índice numérico, inteiro, começando em zero. A lista em Python pode armazenar valores de qualquer tipo.

    >>> a = ["A", "B", "C", 0, 1, 2]
    >>> print a[0]
    A
    >>> print a[5]
    2
Tuplas:
tuplas são também seqüências de elementos arbitrários; se comportam como listas com a exceção de que são imutáveis: uma vez criadas não podem ser alteradas.

Strings:
a cadeia de caracteres, uma forma de dado muito comum; a string Python á uma seqüência imutável, alocada dinamicamente, sem restrição de tamanho.

Dicionários:
dicionários são seqüências que podem utilizar índices de tipos variados, bastando que estes índices sejam imutáveis (números, tuplas e strings, por exemplo). Dicionários são conhecidos em outras linguagens como arrays associativos ou hashes.

    >>> autor = {"nome" : "Christian", "idade": 28}
    >>> print autor["nome"]
    Christian
    >>> print autor["idade"]
    28
Arquivo:
Python possui um tipo pré-definido para manipular arquivos; este tipo permite que seu conteúdo seja facilmente lido, alterado e escrito.

Classes e Instâncias:
classes são estruturas especiais que servem para apoiar programação orientada a objetos; determinam um tipo customizado com dados e operações particulares. Instâncias são as expressões concretas destas classes

Por hoje é só e não irei mais demorar tanto para postar, para que os estudos possam ganhar um ritmo interessantes.

 

Python – Aula I maio 24, 2008

Filed under: Python — diegosantos @ 7:00 am
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Se você programa em shell, já deve ter desenvolvido aquele script enorme e em um determinado ponto pensar que adoraria acrescentar características, mas decidiu continuar com o que tinha nas mãos para evitar um grande trabalho. Se programa em C deve ter se acostumado a se manter atento, pois a linguagem não te dá nem uma mão.

Com o advento da Google, veio também o Python. Uma linguaguem que lhe faria repensar nos casos acima.

Python é uma linguagem simples, flexível e útil. Possui um ótima documentação, uma gama de material na internet para todos que desejam aprender, pensando nisso irei começar a postar um curso sobre python, vindo de meus estudos. A cada semana postarei material novo, começarei com instalação do interpretador, depois sintaxe básica, Python Web…

Então vamos para a instalação

No Linux e Mac OS Python vem pré-instalado, mas para maior tranquilidade.

Fedora

# yum -y install python*

Mac OS X

Download última versão do interpretador.

Windows

Para o Windows temos o ActiveState que possui versões do interpretador do Perl, Tk e do Python

Download para a sua plataforma da última versão do interpretador Python.

Em qualquer dessas plataformas a instalação é padrão ao sistema, não precisando fazer de início configuração alguma.

Por hoje é só, caso você use um sistema diferente, que não tenha sido citado entre em contato. O dê um pesquisada rápida que irá encontrá. Semana que vem começaremos com sintaxe básica.

Até Breve!